O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está coordenando uma ação nacional para identificar a situação pessoal e processual de cada criança e adolescente acolhido em abrigos. A mobilização que teve início esta semana deve revisar a situação de 1.488 unidades de acolhimento em todo o país e contribuirá para dar um lar a essas crianças, seja pelo retorno à família biológica ou sua colocação em um lar substituto por meio da adoção.
Em Roraima, a ação é coordenada pela juíza titular do Juizado da Infância e Juventude, Graciete Sotto Mayor Ribeiro, que já se reuniu com representantes dos órgãos ligados à área. Além disso, foi elaborado um cronograma de visita aos quatro abrigos existentes no Estado e também agendadas audiências referentes aos processos dos menores que estão abrigados em cada um deles.
Amanhã, 30.07, a partir das 9 horas, serão realizadas audiências de processos de menores recolhidos no Abrigo Pedra Pintada(Rua Almir Sabino de Oliveira, nº 17, qd. 307, bairro Centenário), com a participação dos responsáveis e representantes do Judiciário, Defensoria Pública e Ministério Público.
A expectativa da coordenadora é que em Roraima sejam realizadas aproximadamente 90 audiências, número que corresponde à quantidade de crianças e adolescentes acolhidos em abrigos.
Boa Vista, 29 de julho de 2010.
ASCOM TJRR
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LBM 02 de Agosto de 2010
ESSAS CRIANÇAS SÓ ESTÃO EM ABRIGOS A TANTO TEMPO DEVIDO A TANTA "BURROCRACIA" QUE EXISTE NO BRASIL. AS MEDIDAS DEVERIAM SER MAIS SIMPLES QUE FACILITARIAM A INSERÇÃO DESSAS CRINÇAS EM SEIO FAMILIAR ESTÁVEL, QUE IRIA GARANTIR A ELES MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA, MAS ENQUANTO AS NOSSA LEIS FOREM DESCRITAS, ESCRITAS E INTERPRETADAS POR "BURROS" CONTINUAREMOS SENDO PAÍS DE 4º MUNDO...COM CRIANÇAS SEM EDUCAÇÃO, SAUDE E NENHUMA PERSPECTIVA DE VIDA.
liane slobodian... 02 de Agosto de 2010
Espero que com essa medida do CNJ essas crianças cheguem logo às suas famílias substitutas. Essa semana em Almirante Tamandarè (PR), o lar das crianas pegou fogo e morreram uma cuidadora e uma criança de 1 ano. Quem sabe, o destino dessa criança não poderia ter sido diferente, em uma família que a adotasse.
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