A partir de agora, às 9 horas, o Juizado da Infância e Juventude começa a realizar audiências de processos de menores recolhidos no Abrigo Pedra Pintada, na rua Almir Sabino de Oliveira, nº 17, quadra. 307, no bairro Centenário. Estarão presentes responsáveis pelos menores e representantes do Judiciário, Defensoria Pública e Ministério Público.
A juíza da Infância e Juventude, Graciete Sotto Mayor Ribeiro, já havia se reunido com representantes dos órgãos ligados à área. Foi elaborado um cronograma de visita aos quatro abrigos existentes no Estado e agendadas audiências referentes aos processos dos menores que estão abrigados em cada um deles.
A expectativa é que em Roraima sejam realizadas aproximadamente 90 audiências, número que corresponde à quantidade de crianças e adolescentes acolhidos em abrigos.
Essa atividade faz parte de um trabalho desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que está coordenando uma ação nacional para identificar a situação pessoal e processual de cada criança e adolescente acolhido em abrigos.
A mobilização, que iniciou esta semana, deverá revisar a situação de 1.488 unidades de acolhimento em todo o país e contribuirá para dar um lar a essas crianças, seja pelo retorno à família biológica ou sua colocação em um lar substituto por meio da adoção.
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LBM 02 de Agosto de 2010 » postado em notícia relacionada
ESSAS CRIANÇAS SÓ ESTÃO EM ABRIGOS A TANTO TEMPO DEVIDO A TANTA "BURROCRACIA" QUE EXISTE NO BRASIL. AS MEDIDAS DEVERIAM SER MAIS SIMPLES QUE FACILITARIAM A INSERÇÃO DESSAS CRINÇAS EM SEIO FAMILIAR ESTÁVEL, QUE IRIA GARANTIR A ELES MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA, MAS ENQUANTO AS NOSSA LEIS FOREM DESCRITAS, ESCRITAS E INTERPRETADAS POR "BURROS" CONTINUAREMOS SENDO PAÍS DE 4º MUNDO...COM CRIANÇAS SEM EDUCAÇÃO, SAUDE E NENHUMA PERSPECTIVA DE VIDA.
liane slobodian... 02 de Agosto de 2010 » postado em notícia relacionada
Espero que com essa medida do CNJ essas crianças cheguem logo às suas famílias substitutas. Essa semana em Almirante Tamandarè (PR), o lar das crianas pegou fogo e morreram uma cuidadora e uma criança de 1 ano. Quem sabe, o destino dessa criança não poderia ter sido diferente, em uma família que a adotasse.
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Disponível em: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2305938/folhabv-juizado-revisa-situacao-de-menores-em-abrigos